Roberto Mangabeira Unger

Propostas para o Brasil



Palestra na FEA da USP

O Professor fala sobre a reorientação do desenvolvimento brasileiro na Faculdade de Economia e Administração da Universidade de São Paulo, proferida no dia 16 de outubro de 2017.

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Política Industrial e Alternativa Nacional (Áudio)

Áudio de palestra e discussão na FIESP em 13 de novembro de 2015.


Contra o Impedimento, A Favor de Outro Rumo

Texto publicado na Folha de São Paulo em 12 de abril de 2016.


Democratizar o Crédito Já

Texto escrito em conjunto com Guilherme Afif Domingos.


Pôr a Mão nas Feridas: um caminho para o Brasil

Texto publicado na Folha de São Paulo em 18 de outubro de 2015.


Propostas apresentadas como Ministro em 2007 – 2009

Em 17 de junho de 2007, assumi a pasta de Ministro de Estado Chefe da Secretaria de Ações de Longo Prazo, que, após longa série de peripécias, veio a chamar-se Secretaria de Assuntos Estratégicos. Convencido de que a política transformadora passa pela demarcação de um rumo e pela definição dos primeiros passos para trilhá-lo, passei a propor iniciativas que representassem tais primeiros passos.

A longa carta que escrevi ao Presidente ao deixar a pasta, aqui disponibilizada, resume meu entendimento do trabalho feito. Desdobrou-se em dois planos: o das iniciativas setoriais e o das iniciativas regionais. No campo das iniciativas setoriais, propus ações — em matéria de defesa, educação, saúde, relações entre o trabalho e o capital, política social, agricultura, indústria e gestão pública que abrissem caminho rumo a um modelo de desenvolvimento capaz de fazer da ampliação de oportunidades econômicas e educativas o motor do crescimento. No domínio das iniciativas setoriais, abordei as grandes regiões não resolvidas do país — a Amazônia, o Centro-Oeste e o Nordeste — como vanguardas potenciais deste novo modelo.

Em tudo insisti na construção de um projeto que fosse do Estado brasileiro, não apenas do governo que estava momentaneamente do poder. E procurei praticar concepção do planejamento de longo prazo que pouco tem a ver com o que se costuma entender por tal planejamento. Parte do muito que já deu certo no Brasil, não de dogmas e a prioris. Adota processo decisório aberto, que engaje todas as instâncias do Estado e da sociedade na construção das soluções. Prima pela dedicação a um federalismo cooperativo. Abraça e radicaliza o experimentalismo democrático.

Entre os resultados deste esforço, chamo a atenção do leitor para a Estratégia Nacional de Defesa, para as diretrizes de um plano de desenvolvimento sustentável e includente da Amazônia e para o Desenvolvimento do Nordeste como Projeto Nacional.




Propostas apresentadas como Ministro em 2015 – Nova política regional

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